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Gripe (Influenza)

Gripe

GripeO vírus da influenza pode ser identificado com maior freqüência com relação aos demais vírus respiratórios diante de surtos de gripe, porém nem sempre há uma diferença clara entre gripe e resfriado.

No Brasil, como em outros países, populações de diversas faixas etárias são susceptíveis à contaminação pelo vírus influenza, devido à grande variedade de cepas influenciada pela alta capacidade de recombinação gênica.

Todos os subtipos do vírus podem sofrer mudanças antigênicas, contudo, o vírus do tipo A é o que apresenta mutações e rearranjos com maior freqüência. O subtipo A penetra no organismo através das mucosas do trato respiratório ou dos olhos e dissemina-se pela corrente sanguínea alcançando as células.

Suas enzimas hemaglutinina e neuroaminidase reconhecem resíduos de ácidos siálicos nas glicoproteínas presentes na membrana da célula hospedeira e induzem a fusão destas glicoproteínas e incorporação do envelope viral.

O RNA do vírus pode, então, ser liberado no interior da célula e, posteriormente, ser internalizado no núcleo celular. Assim, o vírion metaboliza o material celular e se multiplica, atacando outras células e enviando sinais e sintomas da gripe. Acredita-se que a principal medida para a prevenção da infecção por vírus influenza seja a vacinação. Quanto à sua eficácia, os estudos mostram que ao ocorrer coincidência entre as variantes da influenza em circulação na comunidade e aquelas contidas na vacina, a imunização previne a infecção em até 90% dos indivíduos.

Palavras-chave: Orthomyxoviridae. Influenza Humana. Influenzavirus A. Virulência .

 

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